Ao longo de dois anos, os integrantes da pós-graduação em Escrita Criativa, uma parceria do Nespe com a UniÍtalo, desenvolveram projetos literários em um ambiente que combina teoria, técnica e prática.
Ontologia #2 apresenta os resultados desse percurso: trechos de romances, contos e outros projetos literários, acompanhados de breve perfil literário de cada autor, que revelam a força criativa e a singularidade de cada voz.
Mais do que uma antologia, este livro funciona como um catálogo de novos autores, um convite para que agentes literários, editoras e leitores conheçam as narrativas que despontam no cenário contemporâneo. Cada fragmento é uma amostra de um universo em expansão — histórias que começam aqui, mas prometem seguir muito além destas páginas.
Organizada por Leandro Müller e Cibele Bustamante, Ontologia #2 celebra o poder transformador da formação literária e a vitalidade da nova ficção brasileira.
180
2023
14 × 21 cm
Português
1a
Angela Cantoni é jornalista de formação, escritora por paixão e teimosia. A escrita é a forma como processa tudo o que acontece dentro de si — é como se apresenta para o mundo.
Arandis é o pseudônimo de Gabriel Gonçalves, escritor de 29 anos, nascido no Rio de Janeiro. Graduado em Relações Internacionais, suas maiores paixões são a escrita e a leitura.
Carolina Pessôa é escritora e jornalista, formada na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), e pós-graduada em Roteiro para Cinema e TV, Sociologia e Escrita Criativa. Tem quatro livros publicados e participação em antologias e revistas literárias. Também é integrante dos coletivos Escreviventes e Sabático Literário. Em 2023, foi classificada, no gênero crônica, no Prêmio Off-Flip.
Débora Moreira Espindola é escritora, ilustradora e professora de Língua Portuguesa formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Fabiana Ballete é graduada em Odontologia pela Universidade de São Paulo (USP) e membro da Academia de Letras de Trás-os-Montes e da Academia de Letras do Brasil. Seu romance O silêncio guardado nas horas foi vencedor do Prêmio Literário de Lusofonia Professor Adriano Moreira, e a obra Mãenhê, que cheiro bom é este? conquistou o Prêmio Literário Trinta-por-uma-linha, ambos em Portugal.
Fábio Barcelos é um comprador de livros compulsivo. De tanto ler, a literatura transbordou para a escrita. Está inserido na longa tradição brasileira de servidores públicos que se dedicam à literatura. Mora na Tijuca com sua biblioteca, sua esposa e sua gata Luna.
Flávia Mendes é natural do Rio de Janeiro, mas atualmente mora em Portugal. Em 2020, ingressou no universo das antologias, tendo participado de catorze até 2023, entre elas três do prestigiado concurso Selo Off Flip. Pós-graduada em Escrita Criativa pelo Nespe, lançou em 2023 seu primeiro romance policial.
Fred Furtado é escritor, biólogo, jornalista e divulgador científico carioca. Escreve ficção científica, fantasia e horror, mas tem fascinação por histórias com superseres ou superpoderes. É autor de contos na revista Potocando e em antologias da AVEC e da Cartola, além de suplementos para RPG e matérias de jornalismo científico.
Isabela Fiori sempre foi apaixonada por contar histórias. Formou-se em Publicidade e Propaganda na UFRJ e concluiu a pós-graduação em Escrita Criativa no Nespe. Sendo uma pessoa assexual e arromântica, sempre procura colocar personagens LGBTQIAPN+ nas suas histórias.
Laura Braga nasceu em 1997 em Uberaba (MG) e reside em Brasília (DF) desde os sete anos. É formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília (UnB) e concluiu em 2023 sua especialização em Escrita Criativa pelo Nespe. Publica seus textos no blog Provável Escritora desde 2017.
Lucianno Di Mendonça é licenciado em Letras pela PUC-Goiás, pós-graduado em Escrita Criativa pelo Nespe e mestre em Literatura e Interculturalidade pelo POSLLI-UEG, na área de formação de leitores. Leitor, escritor e palestrante sobre escrita e leitura criativa, publicou recentemente o livro Na linha do horizonte está escrito um universo.
Márcia Moura é médica e professora de ginecologia na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). É pós-graduada em Escrita Criativa pelo Nespe. Em 2021, seu conto “Café amargo” foi finalista na antologia do Off Flip. Como dançam os lírios-do-mar é sua primeira obra individual.
Marta M. I. Jónsson é uma escritora brasileira que reside na Islândia. Tem contos publicados tanto em antologias brasileiras quanto islandesas. É mestre em Direito Ambiental Internacional pela Universidade da Islândia, especialista em Escrita Criativa pelo Nespe, formada em Islandês pela Universidade da Islândia e também tradutora.
Mary Osti é pedagoga apaixonada pelo terror e pelo mundo das sombras. Pós-graduada em escrita, dedica-se a criar histórias que instigam o medo ao mesmo tempo que exploram sentimentos profundos. Sua narrativa captura a dualidade entre o macabro e o emocional, desafiando convenções literárias.
Neia Marques é escritora e poeta. Autora dos livros A menina que morava em mim, Lapidaria (Editora Patuá) e Sete lições que aprendi com os idosos. É pós-graduada em docência de teologia e em Escrita Criativa pelo Nespe, e membro da APE – Associação Prudentina de Escritores.
Renan Amaral é formado em Cinema e Vídeo e cursou direção cinematográfica em Madri. Pós-graduado em Escrita Criativa, escreveu e dirigiu filmes e séries, e publicou os e-books Relatos de um pisciano ansioso (partes 1 e 2) na Amazon KDP. Foi finalista do Prêmio Off Flip (categoria Crônica) e destaque na revista Subtextos, vol. 14, com o conto “Os cravos”.
Renan Silva é historiador, poeta, roteirista e professor. Em 2023, publicou seu primeiro romance, A voz que ninguém escutou.
Saulo Pereira Guimarães nasceu no Rio de Janeiro em 1990 e é jornalista e escritor. Formado pela UFRJ, tem passagens por redações da Editora Abril, do Infoglobo e do UOL. Com pós-graduação em Escrita Criativa pelo Nespe, publicou textos em coletâneas da Editora Malê e da Revista Subtextos. Foi vencedor da 1ª edição do Prêmio Malê de Literatura, em 2016, com o conto “Ostentação”, e participou da coletânea Beijo sem máscara da Fiocruz (2020) com o conto “Bonito”.
Tami Gomes nasceu e cresceu na periferia e encontrou cedo um passaporte para vários universos: as histórias. Elas a ajudaram a acreditar que poderia entrar em uma universidade pública, construir uma carreira em Comunicação e usar a palavra como ferramenta transformadora da realidade — legados que passa adiante para a pequena leitora de 4 anos que tem em casa.